Rugby – Nuno Rodrigues, atleta do RV Moita em entrevista “ Marcar 122 pontos numa época não é nada fácil devido à exigência do jogo”

31/07/2015

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Rugby – Nuno Rodrigues, atleta do RV Moita em entrevista
“ Marcar 122 pontos numa época não é nada fácil devido à exigência do jogo”

Nuno Rodrigues, 31 anos de idade, professor de educação física natural da Moita, começou por jogar futebol mas por influência do seu pai Valter Rodrigues, antigo atleta internacional e na actualidade vice-presidente da F.P.R, mudou-se para a prática do rugby e desde 2007 que representa o clube da sua terra o Rugby Vila da Moita, clube no qual também desempenha as funções de dirigente. Nuno Rodrigues, a época passada no ano de estreia do seu clube no campeonato da 1.ª divisão nacional, conseguiu um feito extraordinário ao concretizar mais de uma centena de pontos na conversão de pontapés livres. Em entrevista ao DIÁRIO DA REGIÃO, Nuno Rodrigues fala-nos do feito alcançado a nível pessoal e aborda a actualidade do “seu” RV Moita.

Quando começaste a praticar desporto? Ligação ao Rugby?
Desde a minha infância que a minha ligação ao desporto começou, através do futebol enquanto jogador dos diferentes escalões de formação entre escolinhas e juvenis nos clubes do concelho da Moita. Chego mesmo a dizer que representei os três grandes do concelho: o Marítimo Rosarense, o Moitense e o 1º Maio Sarilhense. O Rugby veio muito depois na minha vida. Só pelo meio universitário, quando tinha já vinte anos. O início foi no Clube de Rugby da Universidade da Beira Interior, o qual representei enquanto aluno da Universidade. Só após a conclusão do meu curso é que regressei a casa e pude finalmente fazer parte do projeto do Rugby Vila da Moita. Foram alguns anos sofridos, ver o clube a jogar sem conseguir dar o meu contributo, pois as características únicas do jogo marcam e mudam a nossa personalidade, ainda por cima ver amigos meus de infância a jogar e não os poder ajudar não foi fácil. Igualmente grande parte dos valores do Rugby foram passados pelo meu pai, antigo internacional da modalidade, com o qual aprendi o jogo e forma de estar na vida através do mesmo. Em casa fala-se Rugby de manhã à noite. No entanto, na minha infância e larga parte da juventude, não existiu uma estrutura que permitisse jogar na nossa terra. Habituei-me à ideia que um dia poderia jogar, o que só foi possível no ano de 2007 com a fundação do RVM, após a participação da seleção portuguesa da modalidade no campeonato do mundo.

Em que posição actuas?
Costumo dizer que jogo onde o treinador precisa. No entanto, sempre joguei nos avançados. Nesta época de estreia da equipa na 1ª Divisão fui o talonador, joguei todos os jogos na mesma posição.

Fala-me do desempenho da equipa do RV Moita na época 2014/2015?
Este ano foi uma novidade para todos. Nunca tínhamos jogado numa divisão acima daquela em que estivémos seis épocas. A responsabilidade, o ritmo e a competitividade aumentaram muito. Tivemos que nos adaptar a uma nova exigência, não só em termos de equipa como do próprio clube. A equipa esteve quanto a mim muito bem, ficou-nos no último jogo um sabor muito amargo por não ter-mos conseguido entrar no grupo de acesso aos Play-off em igualdade de pontos com a última equipa a ser apurada, quando estranhamente uma incrível relação de resultados noutros jogos não nos permitiram a nossa classificação para o apuramento do campeão. No entanto vamo-nos manter unidos para que na próxima época consigamos cumprir esse objetivo, não queremos ainda no nono ano de existência do clube subir a um escalão profissional, mas sim, criar estabilidade para que os jovens da nossa formação possam ter acesso a isso a médio prazo. Nos Sevens foi diferente. Os campeonatos organizados pela Federação Portuguesa de Rugby iniciam a época com o campeonato de XV e posteriormente passamos para o campeonato de Sevens. No ano anterior conseguimos um feito inimaginável, sagrámo-nos campeões nacionais da 1º divisão de Sevens, conseguindo assim ascender à divisão de elite. Jogámos contra as equipas de Top do Rugby Português, nunca nos sentimos inferiores, jogámos sempre o jogo pelo jogo e faltou-nos sempre aquela pontinha de sorte nas retas finais. Perdemos quase sempre pela diferença de um ou dois pontos nos torneios das segundas e terceiras etapas. Vimos que a exigência em termos de treino e jogo são diferentes da nossa, mas ganhámos experiência, vimos os erros que não podemos cometer e queremos já neste ano regressar à elite. Temos valor para isso e, sobretudo, capacidade.

Uma época onde ultrapassaste a centena de pontos marcados?
Marcar 122 pontos numa época não é fácil, sobretudo com a exigência em termos de jogo. Um pontapé marcado pode dar a vitória. No entanto, no Rugby, só se chuta de duas formas, ou após a marcação de um ensaio ou quando a nossa equipa ganha uma falta. Costumo dizer que cada ponto que marquei representa todo o sacrifício de uma equipa de Rugby durante o ano. Sem ter a equipa que tenho nunca poderia chegar a este resultado. Todos aqueles que estão dentro do campo sabem muito bem aquilo que estes 122 pontos representam. Apenas chuto, o trabalho pertence a todos nós que semanalmente treinamos quatro vezes por semana. É muito diferente do futebol, no entanto, julgo que o futebol ajudou-me nisso. Não posso dizer que marquei sozinho tanto pontos, foram também os meus irmãos e colegas de equipa que a meu lado jogam, o nosso treinador Fernando Silva, a direção do clube, o diretor de equipa Jorge Rio Maior, o nosso capitão Natalino Barradas, que lidera o grupo, sim, porque no rugby essa responsabilidade pertence ao capitão de equipa e a todos os que ganham centímetro a centímetro, fim de semana após fim de semana, a envergar a camisa do toiro preto e que dignificam o único desporto coletivo do município da Moita a participar nos campeonatos nacionais em todos os escalões.

Futuro do RV Moita?
Na próxima época a palavra-chave é estruturação. A criação de uma estrutura estável que acompanhe os jovens nas diferentes transições entre os escalões e, sobretudo, uma melhoria organizacional do clube. Temos condições de fazer inveja a muitos clubes profissionais: a parceria existente com o Beira-Mar Gaiense para utilização do campo desportivo, e os meios de transporte existentes no clube, podem projetar-nos para outro nível e criar a referência que queremos ser no desenvolvimento do desporto na margem sul do Tejo. Por isso, reconstruímos toda a lógica de funcionamento do clube criando condições para ter “gente nova” nos diferentes escalões de formação do clube, desde os sub-8 até aos seniores, passando por uma estrutura organizacional diferente e nova. Com esta melhoria, queremos aumentar a base de jogadores, protocolar com as escolas e agrupamentos do concelho para que os jovens possam experimentar esta prática desportiva. Para isso, no próximo ano desportivo a iniciar em 1 de setembro próximo, teremos disponível um dos autocarros do clube para que os jovens possam ser transportados das escolas limítrofes à vila da Moita até ao campo de jogos. Todas as terças e quintas-feiras são dias de treino para os mais novos. Temos ainda a possibilidade de chegar a outras localidades, como o caso da Fonte da Prata onde também no próximo ano começaremos a dar treinos aos jovens daquela localidade. Na próxima época em termos de séniores chegarão mais dois ou três reforços que irão acrescentar qualidade ao nosso plantel, que neste momento conta já com alguns nomes de referência do Rugby português, como são os casos de Pedro Silva e Valter Ferreira, internacionais portugueses. Mas o objetivo a longo prazo passa por trazer o Rugby para o Centro da Vila da Moita. É um projeto ainda numa fase inicial mas que numa fase posterior será dado a conhecer à comunidade em geral. Somos um clube novo, numa modalidade com pouca tradição no concelho mas que a pouco e pouco vamos cimentando a nossa posição no desporto. Essa é a nossa missão, abrir o clube à comunidade é fundamental para o crescimento e sustentabilidade. Foi o que não aconteceu no nosso concelho e que levou à quase inexistência de uma cultura desportiva de referência. Os inícios dos treinos estão marcados para o escalão sénior no próximo dia 25 de Agosto e para os escalões mais jovens a 1 de setembro. Convido todos a virem praticar esta modalidade no campo do Gaio todas as terças e quintas-feiras.

JOÃO FERNANDES








Futebol – Jardel está de regresso a Portugal após passagem por Macau “ Avançado vai jogar no CNS ao serviço do Atlético Reguengos de Monsaraz”

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Futebol – Jardel está de regresso a Portugal após passagem por Macau
“ Avançado vai jogar no CNS ao serviço do Atlético Reguengos de Monsaraz”

Luís Carlos Pereira Ferreira, conhecido nos meios futebolísticos por “Jardel” está de regresso ao futebol português depois de ter passado pelo campeonato de Macau, onde representou o Benfica de Macau (1 época) e o Sporting Macau (2 épocas). O ponta-de-lança formado no Barreirense, passou por clubes como o Santoantoniense, o 1º Maio Sarilhense e o Alcochetense, vai representar o Atlético Sport Clube de Reguengos de Monsaraz, estreando-se assim, pela primeira vez, no campeonato nacional de seniores (CNS). Em declarações ao nosso jornal Jardel mostra-se confiante numa boa época “ Tenho a certeza que tanto eu como os meus companheiros de equipa, iremos fazer um óptimo trabalho no Atlético de Reguengos e atingir os objectivos que nos foram impostos” diz. O jogador vem com fome de bola e de golos, após um ano negro em que não efectou qualquer jogo pelo Sporting de Macau devido a uma grave lesão.que o 
afastou toda a época 2014/2015 dos relvados

JF




Futebol – AD Quinta do Conde prepara época de estreia na 1,ª Distrital “ Paulo Catarino (ex-Paio Pires) é uma das aquisições da equipa de Manuel Pinéu”

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Futebol – AD Quinta do Conde prepara época de estreia na 1,ª Distrital
“ Paulo Catarino (ex-Paio Pires) é uma das aquisições da equipa de Manuel Pinéu”

A Associação Desportiva Quinta do Conde, vai fazer esta época a sua estreia no campeonato da 1.ª divisão distrital da AF de Setúbal. Manuel Pinéu, o treinador que conquistou um feito histórico para a equipa quintacondense ao subir de divisão, mantém-se como treinador principal, sendo codjuvado por Domingos Estalinau (adjunto) e Marcos Salvador (treinador de guarda-redes). O plantel não apresentará grandes mexidas, sendo constituído até ao momento por 23 jogadores, 18 dos quais transitam da época anterior, 1 junior promovido e quatro reforços. O nome mais sonante das contratações dá pelo nome de Paulo Catarino (ex-Paio Pires). O avançado goleador, de 43 anos, vai assim colmatar a saída de Amândio Romão, o melhor marcador da equipa na época passada, que ingressou no Coruchense. Em declarações ao nosso jornal Paulo Catarino falou desta nova etapa da sua já longa carreira de futebolista “ Com a perda da minha mãe tinha decidido terminar a minha carreira porque tinha perdido a motivação para continuar a jogar futebol, mas o mister Manuel Pinéu já algum tempo que mostrava interesse em me ter na AD Qª do Conde, e resolvi ajudá-lo e dar continuidade ao meu objectivo de alcançar os 300 golos. Por outro lado, consigo outro importante objectivo pessoal porque passo a ser juntamente com outro jogador já retirado, o atleta que mais clubes representou em Portugal (28). Como sénior será a minha 26.ª época” diz. Quanto a objectivos para a nova temporada “ ajudar o clube a manter-se na 1.ª divisão, ajudar os mais novos a crescer com a minha experiência, e como sempre, fazer golos que é o que me alimenta a alma e a paixão pelo futebol” remata Paulo Catarino.

AD Quinta do Conde 2015/2016
Plantel

Guarda-Redes – Rui Jubita e Raael Camelo.
Defesas - Júnior, Rodri, João Monteiro, Cláudio, David Paulino, Samuel, Bruno Fernandes e Caldeira (ex- PaioPires).
Médios – Pedro Gomes, Vasco Botelho, Márcio, Alberto Soeiro, Afonso Caeiro, Diogo Bernardo e Rafa (ex-júnior)
Avançados – Artur, Barbosa, Mauricío, Gonçalo, Luís Gaspar (ex-Palmelense), Paulo Catarino (ex- Paio Pires) e Agostinho (ex-Pinhalnovense).

João Fernandes


“Agosto Flutuante” Canoagem gratuita e para todos na Praia Fluvial do Rosário

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“Agosto Flutuante”
Canoagem gratuita e para todos na Praia Fluvial do Rosário

Durante o mês de agosto, a Câmara Municipal da Moita convida miúdos e graúdos a participar na iniciativa “Agosto Flutuante”, através da prática de canoagem, na Praia Fluvial do Rosário. Nos dias 8, 24 e 25 de agosto, a canoagem inicia-se às 9:00h e, nos dias 12, 13, 14 e 29 de agosto, às 14:00h. O “Agosto Flutuante”, assim como os diferentes passeios pedestres e os passeios de bicicleta, integra o programa “NaturalMoita” que a Câmara Municipal da Moita dinamiza, entre abril e novembro, para incentivar a prática desportiva ao ar livre, incutindo, desta forma, hábitos de vida saudáveis na população, valorizando também os vários locais privilegiados deste concelho à beira Tejo. Para participar no “Agosto Flutuante”, basta aparecer na Praia Fluvial do Rosário, no dia e hora marcados. Esta iniciativa é gratuita. Mais informações através do T: 210817005 ou do email:div.cultura.desporto@mail.cm-moita.pt.O programa completo das atividades do NaturalMoita está disponível para consulta em www.cm-moita.pt.

Luís Bonifácio, guarda-redes do Comércio e Indústria completa esta época 30 anos de carreira “ A minha motivação para continuar a jogar é a mesma de quando tinha 20 anos”

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Luís Bonifácio, guarda-redes do Comércio e Indústria completa esta época 30 anos de carreira
“  A minha motivação para continuar a jogar é a mesma de quando tinha 20 anos”

Começou a jogar futebol aos 8 anos de idade no Beira Mar Gaiense (Gaio/Moita). Seguiu-se o Barreirense onde jogou em todos os escalões de formação. Chegado a sénior foi dispensado pelo clube do Barreiro e foi jogar para o clube da sua terra o Marítimo Rosarense, clube pelo qual conquistou o 1.º título da sua carreira. Seguiram-se o GD Fabril, Palmelense, Estrela de Vendas Novas, regressou ao Fabril onde se sagrou campeão distrital na época 2013/2014 e na última época representou o Comércio e Indústria. Luís Bonifácio, conhecido nos meandros futebolísticos por Boni, é um guarda redes de 38 anos de idade, 30 dos quais a defender as redes, e que conta no seu palmarés com 6 títulos conquistados. Não pensa para já em arrumar as luvas e quer continuar a manter viva a sua paixão pelo futebol mantendo-se em actividade. O DIÁRIO DA REGIÃO foi ao encontro do experiente guarda-redes, que nos concedeu a seguinte entrevista:
Retrospectiva de uma longa carreira de futebolista?
É verdade 30 anos a fazer aquilo que mais gosto. Uma carreira com alguns êxitos, muito poucas tristezas, mas acima de tudo consegui a amizade e respeito de todas as pessoas que andam no futebol e vejo que a qualquer campo que vá as pessoas reconhecem-me. Para mim isso é o mais gratificante desta já longa carreira.

Como te correu a última época ao serviço do Comércio e Indústria?

Não me passava pela cabeça ir para o Comércio, mas tive um convite de um treinador que foi muito importante no inicio da minha carreira sénior, ao qual não podia recusar e acabou por ser uma decisão acertada. Fui tratado de forma exemplar e consegui retribuir com boas exibições. Foi bom voltar a lembrar-me de quando tinha vinte e poucos anos ... Conseguimos uma classificação honrosa para o clube e ainda fomos das equipas que resolveu quem iria ser o campeão.

Uma excelente época que por certo não foi a tua última? Vais continuar no Comércio?
Claro que vou continuar a jogar... o domingo de futebol ainda me faz muita falta e quando assim for não penduro as luvas. Para a próxima época possivelmente vou continuar pelo Comércio, como já disse fui muito bem tratado por todos e vejo vontade dos responsáveis para que eu fique mais um ano.

Continuas em busca do 7º título da tua carreira?

Gostava muito de o conquistar mas não estou obcecado por isso... sei que não é fácil Neste momento o que mais quero é continuar a fazer aquilo que adoro e também ajudar os mais novos a serem melhores naquilo que fazem porque hoje em dia não é fácil eles pensarem dessa forma.



Os anos começam a “pesar”? Até quando pensas continuar a jogar futebol?
Tenho 38 anos mas na minha posição acho que a idade não é muito relevante. Continuo com a mesma motivação de quando tinha 20 e quando assim for vou continuar , mas não tenho estabelecido idade para acabar a carreira por isso vou continuar mais uns aninhos...

João Fernandes


Futebol Distrital –Pedro Andrade transfere-se do União Banheirense para o Sesimbra “ Guarda-Redes vai cumprir a 25.ª época da sua carreira”

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Futebol Distrital –Pedro Andrade transfere-se do União Banheirense para o Sesimbra
“ Guarda-Redes vai cumprir a 25.ª época da sua carreira”

Pedro de Andrade, de 36 anos de idade, é um guarda-redes que já leva 24 épocas a defender as balizas. Após dois anos ao serviço da União Banheirense, decidiu por opção tomar um novo rumo na sua carreira e acaba de transferir-se para o Grupo Desportivo de Sesimbra onde vai voltar a trabalhar com Ricardo Pardal, um treinador que bem conhece. Em entrevista ao DIÁRIO DA REGIÃO o experiente guarda-redes faz-nos uma retrospectiva da sua já extensa carreira de futebolista e do futuro da mesma.
Pedro fala-nos da tua carreira de futebolista?
Iniciei-me aos 11 para 12 anos no"meu" Grupo Desportivo e Recreativo de Portugal por influência de amigos que diziam que tinha algum jeito para a baliza.,Estive lá 3 épocas findas as quais fuipara o Luso do Barreiro onde terminei a minha formação e iniciei a carreira de senior (foram 7 épocas). Seguiu-se uma época no Fabril e o regresso ao Luso FC,depois Maritimo Rosarense(2 épocas),Uniao Moitense,Luso FC, Palmelense(2 épocas) e o tão desejado regresso ao Grupo Desportivo e Recreativo de Portugal, o qual foi o concretizar de um sonho num clube que formou muitos talentos.Fiquei por lá até o clube "acabar" por motivos extra futebol, e depois aceitei o projecto do Uniao Banheirense onde fiz as duas últimas épocas.

Quais os clubes que mais te marcaram? Passagem pelo União Banheirense?

Todos os clubes por onde passei  me marcaram de algum modo, mas não posso deixar de salientar três deles: Grupo Desportivo e Recreativo de Portugal, Luso FC e Uniao Banheirense,sendo que dois deles tem influência directa no Pedro de Andrade enquanto,pessoa,homem e ser humano pois foram eles que me formaram. Quero aqui salientar dois nomes,Mister Joao Ruas e principalmente Mister Alvaro Albino,este
último talvez a melhor pessoa que conheci no futebol. Duas épocas de Uniao Banheirense,o clube que melhor me tratou enquanto atleta e pessoa sem desprimor por qualquer outro clube,com pessoas disponiveis como o Cardeira,Sr Torrao, Inocencio, pessoal da colectividade só para salientar alguns..pessoas que guardarei para sempre nas minhas memórias,adeptos fantásticos e é sempre lindo ir a campos de adversários e ter mais adeptos nossos que adeptos da equipa da casa. Santiago do Cacém e Grândola os destinos mais longes nao fugiram à regra. Apenas saio com um amargo de boca, aquela final da Taça AF Setúbal, mas de consciência tranquila porque sempre dei o que tinha e não tinha em prol do clube tal como o fiz sempre por onde passei. Conseguimos duas excelentes épocas, principalmente a primeira, praticando futebol de muita qualidade com muita garra e muita disponibilidade e entrega de todo o plantel e muito bem orientado por um treinador jovem,dedicado, com mentalidade de futebol de ataque e com um grande futuro à sua frente..

Momentos mais e menos ao longo destas 24 épocas?

Saliento dois momentos altos, tenho que dizer sempre a subida com o"meu" Grupo Desportivo e Recreativo de Portugal na epoca 2009/2010 sob o comando do Mister Rui Fonseca outra pessoa que acabou por me marcar nessa época pelo excelente trabalho realizado onde pôs uma equipa de Bairro a funcionar como equipa de futebol, e a final da Taça AF Setúbal, sendo que este momento também faz com que chegue ao meu momento menos pois não conseguimos conquistar o troféu. O outro momento mau foi quando ainda era junior nao me terem "deixado" ir para o Vitória de Setubal segundo constou porque pediram muito dinheiro. Considero que tenho uma carreira aceitavel,apesar de não ter representado equipas de "elite" e quando surgia propostas melhores de outros clubes ,por um ou outro motivo nao se concretizavam. Tenho orgulho em dizer que por onde passei foram atingidos sempre os objectivos propostos. Joguei sempre,nuns mais e noutros menos,criei amigos para uma vida, pessoas com que sei poder contar para sempre

Novo emblema na próxima época?
A transferência para o Sesimbra aconteceu de um modo natural. No final da época o Mister Ricardo Pardal demonstrou uma vez mais interesse em contar comigo, perguntou se estava disponivel e respondi afirmativamente. Passo seguinte falar com o presidente do Sesimbra, Sebastiao Patricio,que me falou do clube,projecto,objectivos e possiveis reforços. O entusiasmo e sinceridade demonstrado foi contagiante e a minha resposta foi imediata.
Quando pensas terminar a carreira?
Espero jogar até aos 40 anos,mas para isso tenho que juntar 4 factores sem excepção: 1º estar fisicamente apto, 2ºestar disponivel mentalmente,3º sentir-me útil, 4ºsentir-me desejado no clube. Se assim for gostaria de chegar aos 40 anos sempre no activo, para conseguir atingir dois objectivos colectivos e individuais, subir com uma equipa chamada"outsider" e marcar um golo para poder dedicar aos meus pais,minhas filhas e minha mulher porque são eles os que mais sofrem com a minha ausência derivado desta paixao pelo futebol.
João Fernandes



Futebol Distrital – Carlos Ribeiro mantém-se no comando técnico do Comércio Indústria “ Edu Machado (ex-Palmelense) será o adjunto”

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Futebol Distrital – Carlos Ribeiro mantém-se no comando técnico do Comércio Indústria
“ Edu Machado (ex-Palmelense) será o adjunto”

O União Futebol Clube Comércio Indústria, equipa que na pretérita temporada se classificou na 8.ª posição no campeonato da 1.ª divisão distrital de futebol da AF Setúbal, mantém a aposta em Carlos Ribeiro para comandar os destinos da sua equipa de futebol sénior na época 2015/2016. O experiente e categorizado treinador de 48 anos, apresta-se para cumprir a sua 4.ª época consecutiva ao serviço da equipa sadina, vai chefiar uma equipa técnica da qual a grande novidade é a inclusão de Edu Machado (adjunto), treinador que nas últimas três temporadas esteve à frente do Palmelense. Wilson Palma, treinador de guarda-redes, completa a equipa técnica da equipa setubalense. Quanto ao plantel, o mesmo ainda não se encontra definido, havendo para já a registar as saídas de Tiago Almeida e Gonçalo, que irão envergar a camisola do Fabril do Barreiro.


JF

Futebol – Fábio Marinheiro transfere-se para o SC Olhanense “ Futebolista natural do Montijo está de regresso aos campeonatos profissionais”

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Futebol – Fábio Marinheiro transfere-se para o SC Olhanense
“ Futebolista natural do Montijo está de regresso aos campeonatos profissionais”
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Fábio André Cruz Marinheiro, que na passada época representava o Benfica de Castelo Branco, vai ser jogador do SC Olhanense na época 2015/2016. O futebolista de 26 anos, natural do Montijo, que actua como defesa-central e médio-centro defensivo, representado pela ACRsoccer, está assim de regresso aos campeonatos profissionais, depois de na época 2013/2014 ter representado o Atlético Clube Portugal na 2.ª Liga, clube pelo qual cumpriu 37 jogos e marcou 1 golo. Fábio Marinheiro iniciou a sua carreira de futebolista no Clube Desportivo do Montijo (2006/2007-2007/2008), seguiu-se o U. Montemor (2007/2008), Alcochetense (2008/2009-2009/2010), Casa Pia (2010/2011), Estrela Vendas Novas (2011/2012), Fabril do Barreiro (2012/2013), Atlético CP (2013/2014) e Benfica Castelo Branco (2014/2015).

JF

Alhos Vedros – Funciona como secção autónoma do SC Vinhense “ Pedala Mais Vinhense” dirigida ao BTT comemora um ano de existência”

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Alhos Vedros – Funciona como secção autónoma do SC Vinhense
“ Pedala Mais Vinhense” dirigida ao BTT comemora um ano de existência”

O “Pedala Mais Vinhense” é  uma secção autónoma do Sporting Clube Vinhense, popular clube da freguesia de Alhos Vedros, concelho da Moita, dirigida à prática do BTT. Implantada em Julho de 2014, acaba de completar um ano de actividade. Miguel Lopes, é o responsável por esta secção que aos poucos vai ganhando o seu espaço entre os adeptos das bicicletas e que trás visibilidade ao clube, à freguesia e ao concelho da Moita. “ Foi uma ideia que nasceu, ainda eu pertencia á Direção do Vinhense, que a Direção viu com bons olhos e que ficou definido que seria sempre uma secção autonoma. É uma actividade desportiva para todos desde os netos aos avós, a qual para se participar é necessário ter uma bicicleta e os meios de segurança necessários como o capacete” diz Miguel Lopes. Um projecto que pouco a pouco vai ganhando maior número de praticantes “.Começámos com três elementos e no momento somos onze. Para aderir ao Pedala Mais Vinhense é necessário associar-se ao SC Vinhense, pois todos os elementos do PMV são atletas do clube. Experimentar esta modalidade é uma forma de sentir a camaradagem no desporto, o grupo do PMV praticamente não se conhecia, mas esta actividade desportiva já conseguiu uma forte ligação de todos os elementos. Aderir ao Pedala Mais, é uma forma de estar, de se divertir, de ultrapassar obstaculos, de transformar sofrimento em diversão, de se sentir mais livre”. Uma secção autónoma que tem que se sustentar a si própria como nos explica Miguel Lopes “ Neste momento não temos apoios, contamos única e exclusivamente com o apoio da direcção do SC Vinhense, que nos tem facultado a carrinha do clube para passeios fora do distrito. Estamos á espera que seja possivel ter-mos um espaço no Vinhense para que esta secção possa porpocionar melhores condições aos nossos atletas”. Semanalmente a concentração acontece no Campo de Jogos da Vinha das Pedras para mais umas pedaladas pelas estradas “ São essencialmente percursos de BTT, e são definidos consoante os grupos. Os passeios “para todos” realizados aos sábados, são passeios mais numa óptica de lazer e pura diversão, feitos pelo nosso concelho e concelhos limitrofes. No mês passado fizemos um passeio de Troia a Porto Covo” refere. Para uma melhor identificação desta secção de BTT surgiram novos equipamentos “ Os equipamentos foram concebidos por nós e contam com o nosso símbolo do "Pedala Mais", o símbolo do SC Vinhense e a heraldica de Alhos Vedros e Moita, porque também queremos ser um meio de divulgação da freguesia e concelho a que pertencemos” fundamenta Miguel Lopes.

João Fernandes



12º Grande Prémio de Atletismo de Alhos Vedros

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12º Grande Prémio de Atletismo de Alhos Vedros

É já no sábado, dia 1 de agosto, às 17:00h, que se vai realizar, em Alhos Vedros, mais uma prova do calendário do AtletisMoita – Torneio em Atletismo das Coletividades do Município da Moita: o 12º Grande Prémio de Atletismo de Alhos Vedros. Esta prova, que se insere também no programa da Festa em Honra de Nossa Srª dos Anjos, é organizada pelo Grupo Desportivo Fonte da Prata, Alhos Vedros, em parceria com a Câmara Municipal da Moita, Junta de Freguesia de Alhos Vedros e Comissão de Festas de Alhos Vedros. Podem participar nesta prova, atletas federados e não federados, de ambos os sexos, agrupados nos escalões do AtletisMoita. As inscrições, gratuitas, devem ser efetuadas até ao dia 31 de julho, através do email: atletismoita@mail.cm-moita.pt ou do fax: 210817019. A partida e chegada dos atletas será junto ao Coreto, na Praça da República, em Alhos Vedros. O regulamento da prova está disponível para consulta em www.cm-moita.pt


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